sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

EFEMÉRIDES Rgt Mallet - pg 101

JUNHO
08 -O 3o Regimento de Obuses 105 - “Regimento Mallet”, sob o Cmdo interino do
Ten Cel Heronildes Sobreira Rolim, recebe do Ten Cel Alexandre Máximo Chaves
Amendola, uma pasta contendo documentos que substanciam a controvérsia em torno
da participação do regimento no combate naval do Riachuelo.

08 -O 3o Regimento de Obuses 105 - “Regimento Mallet” recebe, para remessa, um
trabalho intitulado “Síntese histórica do Regimento Mallet” de autoria do Ten Cel Alexandre Máximo Chaves Amendola, incumbência que lhe foi solicitada pelo Cmt interino do Regimento Ten Cel Heronildes Sobreira Rolim, para cumprir determinação do Cmt do III Exército, que desejava ter obras semelhantes de todas as unidades de seu comando, devendo ser “... finamente encadernadas e apresentadas”, denominando-se “Livros de ouro”. A missão foi cumprida, com a cooperação do Subten João Teixeira Porto, sendo, posteriormente, o livro classificado em 1o lugar, entre os apresentados.

SETEMBRO
03 -O 3o Regimento de Obuses 105 - “Regimento Mallet”, com extensa programação,
comemora o combate de Curuzú, onde o regimento se viu empenhado, como 1o
Regimento de Artilharia a Cavalo, constando de alvorada festiva, formatura da unidade, canto da canção do regimento, leitura do boletim alusivo, palavras do Cmt, Cel Mário de Souza Pinto, desfile da tropa e almoço de confraternização.

16 -O 3o Regimento de Obuses 105 - “Regimento Mallet” recebe, por doação do
Museu João Pedro Nunes, de São Gabriel, duas placas de ferro em forma de losango, apresentando fundo preto, centralizando, em bronze, duas espadas cruzadas, sob-postas a uma bomba em chamas, antigo distintivo do Corpo de Artilharia a Cavalo, e que faziam parte do portão principal do antigo “boi de botas” naquela cidade, as quais foram recebidas pelo Ten Cel Alexandre Máximo Chaves Amendola, em São Gabriel, e entregues, no regimento, ao seu Cmt, Cel Mário de Souza Pinto.

22 -O 3o Regimento de Obuses 105 - “Regimento Mallet” comemora nesta data o
centenário daquela que foi a pior contenda para as forças aliadas na Guerra do Paraguai, Curupaity, dada a grande resistência encontrada, nem por isso arrefecendo o ânimo dos artilheiros, que se portaram com denodo redobrado. A programação desenvolveu-se com alvorada festiva, formatura geral, minuto de silêncio, canto da canção do regimento, leitura do boletim alusivo a data, palavras do Cmt, Cel Mário de Souza Pinto, canção da artilharia, desfile da tropa a pé e almoço de confraternização.

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