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do serviço ativo, precisando de três meses para tratar de saúde fora do teatro de guerra, como publicou o apontamento do quartel general a 19.
Apresentou-se ao Corpo a 21, tendo tido alta do hospital a 20 de janeiro de 1867.
Estando no acampamento, tomou parte nos bombardeamentos feitos pelo corpo, em contestação dos do inimigo, nos dias 3, 6, 7, 8 e 13 de fevereiro.
Inspecionado de saúde, obteve do comandante em chefe de todas as tropas brasileiras, licença para tratar-se na corte do império.
Entrando no gozo da mesma a 29 de março, foi desligado do estado efetivo do corpo provisório.
Por decreto de 14 de maio de 1867, foi condecorado com o hábito da imperial ordem do cruzeiro, pelos serviços prestados nos dias 3 e 22 de setembro de 1866.
Finda a licença na corte do império, embarcou a 2 de setembro com destino ao exército em operações, apresentando-se ao 1o Regimento de Artilharia a Cavalo em Tuiu-Cuê a 1 de outubro, conforme ordem do dia do comando em chefe, assumindo na mesma data o comando da 2a Bateria.
Destacando com uma divisão de sua bateria para São Solano a 2, a 9 marchou para o acampamento de Tagy, a 15 para a Vila do Pillar, ainda do mês de novembro, tomando parte neste dia no combate e tomada da Vila que era ocupada pelo inimigo.
Foi elogiado pelo General João Manoel Menna Barreto, comandante da expedição, por ter aí provado com bravura e inteligência que tanto o distinguiu, como comandante de uma divisão de artilharia de campanha, pois a despeito de vivo fogo de metralha que fazia um vapor inimigo, dirigiu-lhes certeiros tiros, obrigando-o a fugir subindo o rio a toda força.
Nomeado comandante do continente de artilharia destacado no Forte Barão de São Gabriel em Tagy a 17 de janeiro de 1868, marchou a 4 de junho com uma bateria de montanha, fazendo parte de uma expedição sob as ordens do General João Manoel Menna Barreto, combatendo no dia 7 por duas vezes, contra o inimigo junto ao Arroio Jacaré. Foi elogiado em ordem do dia no 222 de 18 de junho pela calma e valor com que se portou, aos quais se deve não ter perdido mais gente, pelo que se tornou digno de especial menção nas partes dos comandos dirigidas ao General Marquês de caxias, Comandante em Chefe do Exército.
Apresentou-se ao Corpo a 21, tendo tido alta do hospital a 20 de janeiro de 1867.
Estando no acampamento, tomou parte nos bombardeamentos feitos pelo corpo, em contestação dos do inimigo, nos dias 3, 6, 7, 8 e 13 de fevereiro.
Inspecionado de saúde, obteve do comandante em chefe de todas as tropas brasileiras, licença para tratar-se na corte do império.
Entrando no gozo da mesma a 29 de março, foi desligado do estado efetivo do corpo provisório.
Por decreto de 14 de maio de 1867, foi condecorado com o hábito da imperial ordem do cruzeiro, pelos serviços prestados nos dias 3 e 22 de setembro de 1866.
Finda a licença na corte do império, embarcou a 2 de setembro com destino ao exército em operações, apresentando-se ao 1o Regimento de Artilharia a Cavalo em Tuiu-Cuê a 1 de outubro, conforme ordem do dia do comando em chefe, assumindo na mesma data o comando da 2a Bateria.
Destacando com uma divisão de sua bateria para São Solano a 2, a 9 marchou para o acampamento de Tagy, a 15 para a Vila do Pillar, ainda do mês de novembro, tomando parte neste dia no combate e tomada da Vila que era ocupada pelo inimigo.
Foi elogiado pelo General João Manoel Menna Barreto, comandante da expedição, por ter aí provado com bravura e inteligência que tanto o distinguiu, como comandante de uma divisão de artilharia de campanha, pois a despeito de vivo fogo de metralha que fazia um vapor inimigo, dirigiu-lhes certeiros tiros, obrigando-o a fugir subindo o rio a toda força.
Nomeado comandante do continente de artilharia destacado no Forte Barão de São Gabriel em Tagy a 17 de janeiro de 1868, marchou a 4 de junho com uma bateria de montanha, fazendo parte de uma expedição sob as ordens do General João Manoel Menna Barreto, combatendo no dia 7 por duas vezes, contra o inimigo junto ao Arroio Jacaré. Foi elogiado em ordem do dia no 222 de 18 de junho pela calma e valor com que se portou, aos quais se deve não ter perdido mais gente, pelo que se tornou digno de especial menção nas partes dos comandos dirigidas ao General Marquês de caxias, Comandante em Chefe do Exército.


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