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Reunindo-se ao 2o Corpo de Exército na Vila do Rosário a 31 de outubro, foi nomeado para comandar interinamente o Batalhão de Engenheiros.
Marchando com o exército da Vila do Rosário, acampou com o batalhão a margem do Arroio Corrientes a 3 de dezembro, a fim de ocupar-se doa trabalhos de pontes.
Seguindo para o Rio Corumbaty a 21, marchou deste ponto para Santo Izidro a 30, onde acampou a 31, ainda do mesmo mês de dezembro de 1869.
Foi elogiado com os demais oficiais e praças da guarnição de Caraguaty, pela resignação e disciplina com que suportaram prolongadas privações em São Joaquim, Capivary e nas margens insalubres de Jejuy-guassú e Jejuy-mi, como fez público a ordem do dia no 42, de 6 de janeiro de 1870, do comando em chefe.
Seguindo a 9 desse mês de Santo Izidro com o estado maior do batalhão, reuniu-se a 16 à ala esquerda estacionada na Vila do Rosário.
Foi contemplado, com os demais oficiais e praças, no voto de gratidão e louvor que, em sessão de 11 de maio deliberou a Câmara dos Senhores Deputados, se consignasse na ata aqueles que até o brilhante feito das armas de 12 de março, honroso termo da guerra provocada pelo ex-Presidente da República do Paraguai, conquistaram para a pátria, glória imperecível, conforme consta do aviso do Ministério da Guerra, de 13 do mesmo mês.
Embarcando com o batalhão na Vila do Rosário, reuniu-se às forças estacionadas em Humaitá a 26 de maio e reembarcou a 25 de agosto com destino a capital do império onde desembarcou a 29 de setembro, continuando no comando interino do Batalhão de Engenheiros até 31 de outubro, data em que foi substituído e apresentou-se ao Corpo de Pontoneiros.
Por portaria de 17 de novembro de 1870 foi nomeado ajudante de ordens do Ministro da Guerra.
Em 14 de janeiro de 1871 apresentou diploma de oficial da ordem da rosa, grau que lhe foi conferido pelos serviços prestados nos combates de dezembro de 1868.
Deixando o lugar de ajudante de ordens por decreto de 4 de maio de 1872, por ter sido nomeado diretor do Arsenal de Guerra da Província do Pará, assumiu as função a 17 de junho. Em relatório de 5 de novembro, apresentado pelo Barão da Vila da Barra ao
Marchando com o exército da Vila do Rosário, acampou com o batalhão a margem do Arroio Corrientes a 3 de dezembro, a fim de ocupar-se doa trabalhos de pontes.
Seguindo para o Rio Corumbaty a 21, marchou deste ponto para Santo Izidro a 30, onde acampou a 31, ainda do mesmo mês de dezembro de 1869.
Foi elogiado com os demais oficiais e praças da guarnição de Caraguaty, pela resignação e disciplina com que suportaram prolongadas privações em São Joaquim, Capivary e nas margens insalubres de Jejuy-guassú e Jejuy-mi, como fez público a ordem do dia no 42, de 6 de janeiro de 1870, do comando em chefe.
Seguindo a 9 desse mês de Santo Izidro com o estado maior do batalhão, reuniu-se a 16 à ala esquerda estacionada na Vila do Rosário.
Foi contemplado, com os demais oficiais e praças, no voto de gratidão e louvor que, em sessão de 11 de maio deliberou a Câmara dos Senhores Deputados, se consignasse na ata aqueles que até o brilhante feito das armas de 12 de março, honroso termo da guerra provocada pelo ex-Presidente da República do Paraguai, conquistaram para a pátria, glória imperecível, conforme consta do aviso do Ministério da Guerra, de 13 do mesmo mês.
Embarcando com o batalhão na Vila do Rosário, reuniu-se às forças estacionadas em Humaitá a 26 de maio e reembarcou a 25 de agosto com destino a capital do império onde desembarcou a 29 de setembro, continuando no comando interino do Batalhão de Engenheiros até 31 de outubro, data em que foi substituído e apresentou-se ao Corpo de Pontoneiros.
Por portaria de 17 de novembro de 1870 foi nomeado ajudante de ordens do Ministro da Guerra.
Em 14 de janeiro de 1871 apresentou diploma de oficial da ordem da rosa, grau que lhe foi conferido pelos serviços prestados nos combates de dezembro de 1868.
Deixando o lugar de ajudante de ordens por decreto de 4 de maio de 1872, por ter sido nomeado diretor do Arsenal de Guerra da Província do Pará, assumiu as função a 17 de junho. Em relatório de 5 de novembro, apresentado pelo Barão da Vila da Barra ao


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