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mesmo mês.
Transpondo o Arroio Mocoretá para a Província de Corrientes, a 20 de setembro, prosseguiu a marcha em operações contra o Paraguai.
Deixando o comando da 8a Companhia a 30 de dezembro por motivo de saúde, foi elogiado pelo zelo, inteligência e lealdade com que desempenhou os seus deveres como comandante da companhia e de uma bateria de campanha.
Promovido a capitão para a 7a Companhia por decreto de 22 de janeiro de 1866, a 16 de fevereiro foi elogiado pelos bons serviços prestados ao batalhão no exercício de suas funções, pela dedicação e zelo com que cooperou com o comandante no árduo serviço de campanha.
Acampando com o batalhão na margem esquerda do Rio Paraná a 31 de março, em frente às fortificações inimigas no Itapirú junto ao Passo da Pátria, tomou parte no bombardeamento feito pelo batalhão sobre as mesmas fortificações.
Atravessando com o exército o Rio Paraná, passou da Província de Corrientes para a República do Paraguai a 18 de abril e tomou posição com o batalhão em frente ao inimigo, na enseada do Itapirú.
Destacando a 22 com o batalhão para a vanguarda do exército, das linhas avançadas, fez parte das baterias que deviam bombardear as fortificações do Passo da Pátria, caso o inimigo mio houvesse abandonado tudo no dia 23. Comandou também a bateria que na tarde de 29 de abril de 1866, conheceu o inimigo e repeliu as forças paraguaias.
Comandando a 3a Bateria e destacando para o flanco esquerdo por ordem superior a fim de impedir o inimigo que avançava a retaguarda do exército, foi, elogiado nas ordens do dia regimental no 3, 5, 8, 11, 13 e 26, pela bravura com que se portou nos referidos combates.
Com especial menção foi elogiado nas ordens do dia do comando em chefe, com referencia às partes do Comando Geral da Artilharia, da 17a Brigada de Infantaria e do batalhão, relativamente a batalha de 24 de maio em Tuiuti, por se ter tornado digno dos maiores elogios, pela bravura com que se portou na mencionada batalha.
Assistiu ao bombardeio que no dia 14 de junho fez o inimigo durante seis horas contra o acampamento dos exércitos aliados e aos que se seguiram até o dia 30.
Transpondo o Arroio Mocoretá para a Província de Corrientes, a 20 de setembro, prosseguiu a marcha em operações contra o Paraguai.
Deixando o comando da 8a Companhia a 30 de dezembro por motivo de saúde, foi elogiado pelo zelo, inteligência e lealdade com que desempenhou os seus deveres como comandante da companhia e de uma bateria de campanha.
Promovido a capitão para a 7a Companhia por decreto de 22 de janeiro de 1866, a 16 de fevereiro foi elogiado pelos bons serviços prestados ao batalhão no exercício de suas funções, pela dedicação e zelo com que cooperou com o comandante no árduo serviço de campanha.
Acampando com o batalhão na margem esquerda do Rio Paraná a 31 de março, em frente às fortificações inimigas no Itapirú junto ao Passo da Pátria, tomou parte no bombardeamento feito pelo batalhão sobre as mesmas fortificações.
Atravessando com o exército o Rio Paraná, passou da Província de Corrientes para a República do Paraguai a 18 de abril e tomou posição com o batalhão em frente ao inimigo, na enseada do Itapirú.
Destacando a 22 com o batalhão para a vanguarda do exército, das linhas avançadas, fez parte das baterias que deviam bombardear as fortificações do Passo da Pátria, caso o inimigo mio houvesse abandonado tudo no dia 23. Comandou também a bateria que na tarde de 29 de abril de 1866, conheceu o inimigo e repeliu as forças paraguaias.
Comandando a 3a Bateria e destacando para o flanco esquerdo por ordem superior a fim de impedir o inimigo que avançava a retaguarda do exército, foi, elogiado nas ordens do dia regimental no 3, 5, 8, 11, 13 e 26, pela bravura com que se portou nos referidos combates.
Com especial menção foi elogiado nas ordens do dia do comando em chefe, com referencia às partes do Comando Geral da Artilharia, da 17a Brigada de Infantaria e do batalhão, relativamente a batalha de 24 de maio em Tuiuti, por se ter tornado digno dos maiores elogios, pela bravura com que se portou na mencionada batalha.
Assistiu ao bombardeio que no dia 14 de junho fez o inimigo durante seis horas contra o acampamento dos exércitos aliados e aos que se seguiram até o dia 30.


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