coadjuvar a comissão militar de engenheiros na fronteira da Província, acampando em Botucaraí, distrito de Cachoeira, a 29.
Marchando a 2 de abril chegou ao distrito de Santa Maria a 6, no de São Gabriel a 12 e na cidade deste nome a 16 de onde seguiu a 24, atravessando o Rio Santa Maria no Passo do Rosário a 29, ainda do mesmo mês.
Chegando a 6 de maio na cidade de Alegrete, prosseguiu a marcha e acampou a 20 na de Uruguaiana, aquartelando a 25.
Nomeado para o lugar de ajudante do diretor do Arsenal de Guerra da Província de Mato Grosso, foi dispensado do comando em que se achava a 21 de dezembro.
Exonerado desse exercício a 19 de setembro de 1876, foi nomeado ajudante da comissão de engenharia militar do Rio Grande do Sul, seguindo seu destino.
Promovido por antigüidade ao posto de major efetivo por decreto de 31 de janeiro de 1877, continuou na mesma função.
Exonerado a 18 de agosto de 1879 do cargo que exercia na comissão de engenharia, foi nomeado para comandar interinamente o 1o Regimento de Artilharia a Cavalo.
Deixando o comando do regimento a 18 de fevereiro de 1880, foi elogiado pelo Barão de Batovy, pelos melhoramentos que apresentou no quartel no pouco tempo que o comandou.
Exerceu o comando da ala esquerda do Batalhão de Engenheiros até 21 de março de 1883.
Promovido em decreto de 19 de maio ao posto de tenente coronel por merecimento, apresentou-se na corte a 26, passando a comandar o Depósito de Aprendizes Artilheiros e a 21 de fevereiro de 1885 foi nomeado comandante da Escola de Aprendizes Artilheiros.
Deixou essa função por decreto de 5 de dezembro por ter sido nomeado comandante do 4o Batalhão de Artilharia a Pé.
Nomeado pelo governo imperial para assumir o comando interino das armas e em comissão o do 3o Batalhão de Artilharia a Pé, seguiu a 9 de março de 1885 para a Província do Amazonas. Deixando aquelas funções em 14 de abril de 1887, por ter sido em decreto de 9, transferido do 3o Batalhão de Artilharia a Pé para o 1o Regimento de Artilharia
Marchando a 2 de abril chegou ao distrito de Santa Maria a 6, no de São Gabriel a 12 e na cidade deste nome a 16 de onde seguiu a 24, atravessando o Rio Santa Maria no Passo do Rosário a 29, ainda do mesmo mês.
Chegando a 6 de maio na cidade de Alegrete, prosseguiu a marcha e acampou a 20 na de Uruguaiana, aquartelando a 25.
Nomeado para o lugar de ajudante do diretor do Arsenal de Guerra da Província de Mato Grosso, foi dispensado do comando em que se achava a 21 de dezembro.
Exonerado desse exercício a 19 de setembro de 1876, foi nomeado ajudante da comissão de engenharia militar do Rio Grande do Sul, seguindo seu destino.
Promovido por antigüidade ao posto de major efetivo por decreto de 31 de janeiro de 1877, continuou na mesma função.
Exonerado a 18 de agosto de 1879 do cargo que exercia na comissão de engenharia, foi nomeado para comandar interinamente o 1o Regimento de Artilharia a Cavalo.
Deixando o comando do regimento a 18 de fevereiro de 1880, foi elogiado pelo Barão de Batovy, pelos melhoramentos que apresentou no quartel no pouco tempo que o comandou.
Exerceu o comando da ala esquerda do Batalhão de Engenheiros até 21 de março de 1883.
Promovido em decreto de 19 de maio ao posto de tenente coronel por merecimento, apresentou-se na corte a 26, passando a comandar o Depósito de Aprendizes Artilheiros e a 21 de fevereiro de 1885 foi nomeado comandante da Escola de Aprendizes Artilheiros.
Deixou essa função por decreto de 5 de dezembro por ter sido nomeado comandante do 4o Batalhão de Artilharia a Pé.
Nomeado pelo governo imperial para assumir o comando interino das armas e em comissão o do 3o Batalhão de Artilharia a Pé, seguiu a 9 de março de 1885 para a Província do Amazonas. Deixando aquelas funções em 14 de abril de 1887, por ter sido em decreto de 9, transferido do 3o Batalhão de Artilharia a Pé para o 1o Regimento de Artilharia


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