...
Foi promovido a 2o sargento a 7 de março e obteve quatro dias de licença concedida pelo comandante do 1o Corpo de Exército, para ir a Curuzú.
Pela ordem do dia no 90, de 19 de junho, do comando em chefe, foi nomeado 2o tenente em comissão para a arma do artilharia. Ficando agregado, passou a ser considerado adido ao 3o Batalhão de Artilharia a Pé a 22, tomando parte no combate do dia 25, ainda de junho.
Passou com o batalhão a pertencer ao 2o Corpo de Exército a 28, também de junho. Destacando para a 4a Bateria e removido a 20 de julho para a 4a de canhões de montanha, destacada na vanguarda, tomou parte no bombardeio que teve lugar no mesmo dia.
Tomou parte no bombardeio de 24 de setembro no Estero Rojas e no combate do dia 3 de novembro dado entre as forças do corpo de exército e as paraguaias que atacaram na nossas posições em Tuiuti, quando foram os inimigos totalmente derrotados.
Louvado em ordem do dia regimental no 28, de 4 de novembro, pela calma, intrepidez e entusiasmo que mostrou no combate de 3 de novembro, recolhendo-se ao batalhão a 16 de dezembro.
Por decreto de 18 de janeiro de 1868 foi promovido a efetividade do posto de 2o tenente para a arma de artilharia.
Destacou para a divisão de artilharia assentada na trincheira Dona Leopoldina a 5 de fevereiro, recolhendo-se ao batalhão a 8. Destacando para a 6a bateria a 13 desse mês, recolheu-se ao batalhão a 24 e com ele marchou para Curupaity na mesma data.
Assistiu ao combate do dia 21 de março e participou com o 2o Corpo de Exército na manobra geral dos exércitos aliados de 19 de abril, tomando posição com o batalhão em frente as trincheiras inimigas, enquanto a infantaria simulava o ataque contra as mesmas e a 27 de junho destacou para o Chaco.
Marchou com o batalhão de Curupaity para Humaitá a 5 de agosto, assistindo a capitulação das forças inimigas que evacuaram essa praça e se achavam sitiadas na península do Chaco.
Deixou de fazer parte do 2o Corpo de Exército em 3 de outubro, por ter passado a pertencer à guarnição de Humaitá.
Pela ordem do dia no 90, de 19 de junho, do comando em chefe, foi nomeado 2o tenente em comissão para a arma do artilharia. Ficando agregado, passou a ser considerado adido ao 3o Batalhão de Artilharia a Pé a 22, tomando parte no combate do dia 25, ainda de junho.
Passou com o batalhão a pertencer ao 2o Corpo de Exército a 28, também de junho. Destacando para a 4a Bateria e removido a 20 de julho para a 4a de canhões de montanha, destacada na vanguarda, tomou parte no bombardeio que teve lugar no mesmo dia.
Tomou parte no bombardeio de 24 de setembro no Estero Rojas e no combate do dia 3 de novembro dado entre as forças do corpo de exército e as paraguaias que atacaram na nossas posições em Tuiuti, quando foram os inimigos totalmente derrotados.
Louvado em ordem do dia regimental no 28, de 4 de novembro, pela calma, intrepidez e entusiasmo que mostrou no combate de 3 de novembro, recolhendo-se ao batalhão a 16 de dezembro.
Por decreto de 18 de janeiro de 1868 foi promovido a efetividade do posto de 2o tenente para a arma de artilharia.
Destacou para a divisão de artilharia assentada na trincheira Dona Leopoldina a 5 de fevereiro, recolhendo-se ao batalhão a 8. Destacando para a 6a bateria a 13 desse mês, recolheu-se ao batalhão a 24 e com ele marchou para Curupaity na mesma data.
Assistiu ao combate do dia 21 de março e participou com o 2o Corpo de Exército na manobra geral dos exércitos aliados de 19 de abril, tomando posição com o batalhão em frente as trincheiras inimigas, enquanto a infantaria simulava o ataque contra as mesmas e a 27 de junho destacou para o Chaco.
Marchou com o batalhão de Curupaity para Humaitá a 5 de agosto, assistindo a capitulação das forças inimigas que evacuaram essa praça e se achavam sitiadas na península do Chaco.
Deixou de fazer parte do 2o Corpo de Exército em 3 de outubro, por ter passado a pertencer à guarnição de Humaitá.


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