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Fazendo parte de uma comissão, seguiu para Saycãn em 3 de julho, deixando as funções de fiscal e de regresso a 22, assumiu o comando de sua bateria acumulativamente com o da 6a.
Passando a comandar acumulativamente a 1a Bateria em 3 de setembro, deixou as funções a 7 por ter sido nomeado instrutor de 2a classe da Escola Militar da Província do Rio Grande do Sul.
Na mesma data foi louvado pelo comandante do regimento, pela inteligência e interesse pelo serviço.
Apresentando-se na referida escola a 6 de outubro e assumindo suas funções em 2 de dezembro foi nomeado comandante da 2a Companhia de Alunos.
Em 22 de junho de 1886 foi excluído do estado efetivo da bateria por pertencer ao quadro extranumerário da arma de artilharia.
Foi louvado pelo comandante da escola em 17 de dezembro, pela boa direção dada a instrução prática e administração a seu cargo.
Nomeado a 11 de fevereiro de 1887 para interinamente exercer a função de instrutor de 1a classe, deixou o comando da 2a Companhia de Alunos.
Dispensado do exercício de instrutor de 1a classe a 12 de setembro, assumiu o de 2a classe conjuntamente com o comando da 2a Companhia de Alunos.
Foi elogiado pelo comandante da escola em 4 de janeiro de 1888, por ser digno de louvor, pela prática que revelou no comando de uma bateria, no exercício combinado que teve lugar no dia 22 do mês anterior.
Em 20 de novembro de 1889 foi louvado pela franca e leal coadjuvação que prestou ao comando da escola, assim como pela inteligência, zelo e dedicação pelo serviço público do qual deu constantes provas.
No dia 21 desse mesmo mês, foi nomeado instrutor de 1a classe para a mesma escola.
Promovido ao posto de major por merecimento em decreto de 17 de maio de 1890, deixou as funções na Escola Militar por ter sido classificado no 1o Regimento de Artilharia de Campanha, o que lhe valeu ser elogiado pelos bons serviços que prestou como instrutor e comandante de companhias de alunos. Nomeado cavaleiro da ordem de aviz em 28 de julho na função de fiscal, a 8 de dezembro assumiu o comando do regimento, cujo exercício deixou a 27 de maio de
Passando a comandar acumulativamente a 1a Bateria em 3 de setembro, deixou as funções a 7 por ter sido nomeado instrutor de 2a classe da Escola Militar da Província do Rio Grande do Sul.
Na mesma data foi louvado pelo comandante do regimento, pela inteligência e interesse pelo serviço.
Apresentando-se na referida escola a 6 de outubro e assumindo suas funções em 2 de dezembro foi nomeado comandante da 2a Companhia de Alunos.
Em 22 de junho de 1886 foi excluído do estado efetivo da bateria por pertencer ao quadro extranumerário da arma de artilharia.
Foi louvado pelo comandante da escola em 17 de dezembro, pela boa direção dada a instrução prática e administração a seu cargo.
Nomeado a 11 de fevereiro de 1887 para interinamente exercer a função de instrutor de 1a classe, deixou o comando da 2a Companhia de Alunos.
Dispensado do exercício de instrutor de 1a classe a 12 de setembro, assumiu o de 2a classe conjuntamente com o comando da 2a Companhia de Alunos.
Foi elogiado pelo comandante da escola em 4 de janeiro de 1888, por ser digno de louvor, pela prática que revelou no comando de uma bateria, no exercício combinado que teve lugar no dia 22 do mês anterior.
Em 20 de novembro de 1889 foi louvado pela franca e leal coadjuvação que prestou ao comando da escola, assim como pela inteligência, zelo e dedicação pelo serviço público do qual deu constantes provas.
No dia 21 desse mesmo mês, foi nomeado instrutor de 1a classe para a mesma escola.
Promovido ao posto de major por merecimento em decreto de 17 de maio de 1890, deixou as funções na Escola Militar por ter sido classificado no 1o Regimento de Artilharia de Campanha, o que lhe valeu ser elogiado pelos bons serviços que prestou como instrutor e comandante de companhias de alunos. Nomeado cavaleiro da ordem de aviz em 28 de julho na função de fiscal, a 8 de dezembro assumiu o comando do regimento, cujo exercício deixou a 27 de maio de


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