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tornando-se assim, digno de especial louvor, que consigno para conhecimento e exemplo de todos os oficiais da região.
Por decreto de 16 de maio de 1917, foi nomeado diretor do Arsenal de Guerra do Rio de Janeiro, assumindo, a 18, as funções do cargo.
Por aviso do ministério da guerra nº 171, de 27 de outubro, publicado no boletim da Diretoria de Material Bélico nº 289, de 30, foi louvado pela solicitude, proficientes esforços com que levou o bom termo a confecção no arsenal, de carros de munições para fuzis e metralhadoras e a transformação de carros de material antigos de artilharia em viaturas de munição.
O Senhor Ministro da Guerra, após a visita feita ao arsenal, acompanhado por membros da Câmara dos Deputados e representantes da imprensa, em dezembro findo, mandou elogiá-lo por aviso nº 38, de 10, transcrito no boletim da Diretoria do Material Bélico nº 343, de 17, tudo de janeiro, pela competência técnica e zeloso cumprimento de seus deveres, pelo grau de adiantamento adquirido pelo arsenal, que honra a nossa indústria militar.
Por aviso do Ministério da Guerra de 24 de abril de 1918, foi-lhe concedidos 30 dias a contar de 20, para terminar a diligência judicial que requereu nos livros de assentamentos de batismo, a fim de provar haver engano na data de seu nascimento, constante de sua fé-de-ofício, conforme publicou o boletim nº 657, de 29.
Em atenção ao ofício da 4ª Divisão do Departamento da Guerra, 167, de 24, a 27 por despacho do Senhor Ministro, foi declarado dever aguardar-se solução do Presidente da República, a quem foram afetos respectivos papéis.
Por decreto de 5 de junho, publicado no diário oficial de 7, foi reformado de acordo com o decreto 11.800, de 8 de janeiro de 1918, com as vantagens do artigo 55, da lei nº 3.454, de 6 do dito mês, visto ter atingido a idade para a reforma compulsória.
Por decreto de 16 de maio de 1917, foi nomeado diretor do Arsenal de Guerra do Rio de Janeiro, assumindo, a 18, as funções do cargo.
Por aviso do ministério da guerra nº 171, de 27 de outubro, publicado no boletim da Diretoria de Material Bélico nº 289, de 30, foi louvado pela solicitude, proficientes esforços com que levou o bom termo a confecção no arsenal, de carros de munições para fuzis e metralhadoras e a transformação de carros de material antigos de artilharia em viaturas de munição.
O Senhor Ministro da Guerra, após a visita feita ao arsenal, acompanhado por membros da Câmara dos Deputados e representantes da imprensa, em dezembro findo, mandou elogiá-lo por aviso nº 38, de 10, transcrito no boletim da Diretoria do Material Bélico nº 343, de 17, tudo de janeiro, pela competência técnica e zeloso cumprimento de seus deveres, pelo grau de adiantamento adquirido pelo arsenal, que honra a nossa indústria militar.
Por aviso do Ministério da Guerra de 24 de abril de 1918, foi-lhe concedidos 30 dias a contar de 20, para terminar a diligência judicial que requereu nos livros de assentamentos de batismo, a fim de provar haver engano na data de seu nascimento, constante de sua fé-de-ofício, conforme publicou o boletim nº 657, de 29.
Em atenção ao ofício da 4ª Divisão do Departamento da Guerra, 167, de 24, a 27 por despacho do Senhor Ministro, foi declarado dever aguardar-se solução do Presidente da República, a quem foram afetos respectivos papéis.
Por decreto de 5 de junho, publicado no diário oficial de 7, foi reformado de acordo com o decreto 11.800, de 8 de janeiro de 1918, com as vantagens do artigo 55, da lei nº 3.454, de 6 do dito mês, visto ter atingido a idade para a reforma compulsória.


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