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de ajudante do mesmo batalhão.
Por portaria de 31 de maio, foi determinado que seguisse para o Estado de Mato Grosso, em serviço e na qualidade de auxiliar técnico de artilharia, seguindo a destino a 10 de junho.
Por portaria de 31 de junho, foi transferido para o 5º Batalhão, como ajudante, sendo por decreto de 25 de julho, nomeado comandante da 1ª Companhia da Escola de Sargentos, conforme publicou a ordem do dia do exército nº 574, de 20 de agosto.
Por decreto de 3 de novembro, publicado em ordem do dia do exército nº 599, de 6, foi transferido para o Estado Maior de Artilharia.
Por aviso do Ministério da Guerra, de 15 de novembro, publicado em ordem do dia do exército nº 612, de 12, o General Costallat, assim se expressou em relação a este oficial: “Dentre aqueles que prestaram valiosos serviços na defesa da república, nos dois dias da revolta de 6 de setembro, tanto vos salientastes nas diversas comissões de que fostes incumbido, que ao deixar o cargo de encarregado da pasta da guerra, não posso deixar de cumprir o grato dever de louvar-vos em nome do governo da república, pelo inexcedível zelo e dedicação com que vos constituístes um dos mais prestimosos e distintos auxiliares, que tive a felicidade de encontrar durante o período de minha administração”.
Por portaria de 15, publicada na mesma ordem do dia da guarnição, foi a seu pedido dispensado de auxiliar técnico de artilharia junto ao Ministério da Guerra.
Apresentou-se a Escola de Sargentos, a 10 de dezembro, com procedência de Mato Grosso e assumiu o comando da 1ª Companhia.
Pela ordem do dia da Escola de Sargentos nº 94, de 7 de junho de 1895, foi louvado pela correção com que sempre se manteve no cumprimento de seus deveres, conforme determinou o Marechal Conrado Jacob Niemeyer, por ocasião de deixar o cargo de Ajudante General, em ordem do dia da respectiva repartição nº 641, de 24 de maio.
Pela ordem do dia regimental nº 140, de 1º de julho, foi louvado pelo bom desempenho do seu respectivo cargo, demonstrando ser oficial digno dos maiores encômios e das mais lisonjeias referências. Foi louvado em ordem regimental nº 148, de 9 de junho de 1896, pelo asseio notado nos alunos de sua companhia, por ocasião em que este estabelecimento foi
Por portaria de 31 de maio, foi determinado que seguisse para o Estado de Mato Grosso, em serviço e na qualidade de auxiliar técnico de artilharia, seguindo a destino a 10 de junho.
Por portaria de 31 de junho, foi transferido para o 5º Batalhão, como ajudante, sendo por decreto de 25 de julho, nomeado comandante da 1ª Companhia da Escola de Sargentos, conforme publicou a ordem do dia do exército nº 574, de 20 de agosto.
Por decreto de 3 de novembro, publicado em ordem do dia do exército nº 599, de 6, foi transferido para o Estado Maior de Artilharia.
Por aviso do Ministério da Guerra, de 15 de novembro, publicado em ordem do dia do exército nº 612, de 12, o General Costallat, assim se expressou em relação a este oficial: “Dentre aqueles que prestaram valiosos serviços na defesa da república, nos dois dias da revolta de 6 de setembro, tanto vos salientastes nas diversas comissões de que fostes incumbido, que ao deixar o cargo de encarregado da pasta da guerra, não posso deixar de cumprir o grato dever de louvar-vos em nome do governo da república, pelo inexcedível zelo e dedicação com que vos constituístes um dos mais prestimosos e distintos auxiliares, que tive a felicidade de encontrar durante o período de minha administração”.
Por portaria de 15, publicada na mesma ordem do dia da guarnição, foi a seu pedido dispensado de auxiliar técnico de artilharia junto ao Ministério da Guerra.
Apresentou-se a Escola de Sargentos, a 10 de dezembro, com procedência de Mato Grosso e assumiu o comando da 1ª Companhia.
Pela ordem do dia da Escola de Sargentos nº 94, de 7 de junho de 1895, foi louvado pela correção com que sempre se manteve no cumprimento de seus deveres, conforme determinou o Marechal Conrado Jacob Niemeyer, por ocasião de deixar o cargo de Ajudante General, em ordem do dia da respectiva repartição nº 641, de 24 de maio.
Pela ordem do dia regimental nº 140, de 1º de julho, foi louvado pelo bom desempenho do seu respectivo cargo, demonstrando ser oficial digno dos maiores encômios e das mais lisonjeias referências. Foi louvado em ordem regimental nº 148, de 9 de junho de 1896, pelo asseio notado nos alunos de sua companhia, por ocasião em que este estabelecimento foi


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