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Mandado pôr em liberdade a 31, reassumiu as suas funções e a 21 de novembro, foi nomeado diretor interino do Tiro Nacional.
Em 15 de maio de 1901, foi transferido para o Estado Maior de Artilharia.
Foi nomeado a 3 de março de 1902, para fazer parte da comissão que deve proceder no polígono de tiro do Realengo, as experiências e estudos comparativos dos canhões, de tiro rápido que foram enviados pelos respectivos fabricantes.
A 8 de novembro, foi mandado elogiar conjuntamente com os outros membros daquela comissão, pelo zelo, inteligência e perícia com que se houve nas detalhadas experiências exigidas para o pleno conhecimento dos canhões Schneider, Canet, Krupp e Wicker.
Nomeado a 22 de julho de 1903, membro da comissão encarregada do julgamento dos concursos militares de tiro a realizarem-se no Tiro Nacional, a 15 de setembro foi louvado pela dedicação e zelo que tem revelado em prol da instrução prática de seus camaradas e dos atiradores civis matriculados no Tiro Nacional, tudo envidando no sentido de perfeitamente desempenhar as suas importantes funções.
Foi a 25 de setembro, elogiado em nome do Presidente da República, por motivo dos resultados obtidos no concurso realizado no Tiro Nacional.
Foi mandado louvar em nome do Presidente da República, a 8 de outubro de 1904, pela eficácia de sua cooperação e inteligente esforço para o resultado obtido pela comissão de experiência e estudos de canhões de tiro rápido de campanha.
A 8 de novembro, foi nomeado para fazer parte da comissão que tem de julgar o concurso militar no Tiro Nacional.
Foi dispensado do lugar de instrutor ajudante do Tiro Nacional, a 18 de janeiro de 1905.
Apresentando-se a 25, a Direção Geral de Artilharia, passou a servir como auxiliar da 2ª Seção e a 30 de maio foi nomeado adjunto do gabinete da direção, entrando no exercício desse cargo, a 3 de julho.
Nomeado também, a 21 de agosto, adjunto da Direção Geral de Artilharia, junto ao comando da divisão de manobras no Curato de Santa Cruz.
A 31, foi mandado elogiar pelo auxílio eficaz que prestou e pelo esforço valioso com que concorreu para o brilhantismo da formatura de 24, da divisão de manobras. A 18 de outubro foi mandado elogiar pelo Presidente da República, pela
Em 15 de maio de 1901, foi transferido para o Estado Maior de Artilharia.
Foi nomeado a 3 de março de 1902, para fazer parte da comissão que deve proceder no polígono de tiro do Realengo, as experiências e estudos comparativos dos canhões, de tiro rápido que foram enviados pelos respectivos fabricantes.
A 8 de novembro, foi mandado elogiar conjuntamente com os outros membros daquela comissão, pelo zelo, inteligência e perícia com que se houve nas detalhadas experiências exigidas para o pleno conhecimento dos canhões Schneider, Canet, Krupp e Wicker.
Nomeado a 22 de julho de 1903, membro da comissão encarregada do julgamento dos concursos militares de tiro a realizarem-se no Tiro Nacional, a 15 de setembro foi louvado pela dedicação e zelo que tem revelado em prol da instrução prática de seus camaradas e dos atiradores civis matriculados no Tiro Nacional, tudo envidando no sentido de perfeitamente desempenhar as suas importantes funções.
Foi a 25 de setembro, elogiado em nome do Presidente da República, por motivo dos resultados obtidos no concurso realizado no Tiro Nacional.
Foi mandado louvar em nome do Presidente da República, a 8 de outubro de 1904, pela eficácia de sua cooperação e inteligente esforço para o resultado obtido pela comissão de experiência e estudos de canhões de tiro rápido de campanha.
A 8 de novembro, foi nomeado para fazer parte da comissão que tem de julgar o concurso militar no Tiro Nacional.
Foi dispensado do lugar de instrutor ajudante do Tiro Nacional, a 18 de janeiro de 1905.
Apresentando-se a 25, a Direção Geral de Artilharia, passou a servir como auxiliar da 2ª Seção e a 30 de maio foi nomeado adjunto do gabinete da direção, entrando no exercício desse cargo, a 3 de julho.
Nomeado também, a 21 de agosto, adjunto da Direção Geral de Artilharia, junto ao comando da divisão de manobras no Curato de Santa Cruz.
A 31, foi mandado elogiar pelo auxílio eficaz que prestou e pelo esforço valioso com que concorreu para o brilhantismo da formatura de 24, da divisão de manobras. A 18 de outubro foi mandado elogiar pelo Presidente da República, pela


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