CONCLUSÃO
Quando servíamos no “Regimento Mallet” na década de 1960 do século passado, foi este, agraciado sucessivamente, com as veneras das Ordens do Mérito Naval, Aeronáutico e Rio Branco.
Também naquela época, por diversos atos cívicos, seria assinalado o centenário da batalha de Tuiuti.
Designados para auxiliarmos uma equipe composta de oficiais e sargentos que de há muito já cultivavam diuturnamente e por vontade própria, as tradições do “Velho Regimento”, íamos, paulatinamente, tomando conhecimento dos fatos de maior destaque e relacionados com a história da unidade.
Ao organizarmos a exposição de retratos dos ex-comandantes, viemos a constatar as diversas lacunas existentes.
Amalgamados pelo espírito de corpo, abnegação e consciência profissional, processou-se igualmente em nós um profundo interesse por este assunto.
Posteriormente, julgando da necessidade de identificar tantas figuras ilustres, demos início até então, a um trabalho de pesquisa, porém, não imaginávamos que a empreitada tornar-se-ia tão difícil e complexa.
Difícil, pela insuficiência de escritos e a falta de uma estrutura sólida para empreender-se trabalho de tamanha natureza.
Complexa, pela distorção de fatos, desconhecimento de causas e dados imprecisos com que nos deparamos, o que necessariamente, nos obrigou a buscar cópias de documentos originais, como prova das verdades históricas, não sem ocasionar prolongado tempo para a sua feitura.
Apesar disto, nunca houve motivos mais fortes para o desânimo, pois na medida em que se descortina o inédito, muito empolga, muito fascina, pelo simples fato de estarmos penetrando numa época marcada de muitas lutas e sacrifícios. As riquíssimas folhas de serviços dos biografados, é o testemunho eloqüente, algo notável, sem dúvida a prova cabal de total desprendimento em prol do bem comum e integridade da pátria, o que nos leva a considerar este período – 1831 a 1925 – o de
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)


Nenhum comentário:
Postar um comentário